Travessia dos Oceanos – Emissão de 3 de Julho com Márcio Lugó

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A emissão de 3 de Julho da Travessia dos Oceanos vai contar com a presença de Márcio Lugó para uma entrevista especial. O artista vai partilhar connosco alguns momentos importantes da sua vida e os seus planos futuros para a carreira. Não perca também o Concerto Acústico de Kléber Albuquerque!

Destaque Entrevista

Márcio Lugó

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Márcio Lugó é um jovem cantor e compositor paulistano, com três álbuns gravados, e cujo sucesso tem-se alargado além fronteiras. O seu segundo álbum foi apontado como um dos 100 melhores álbuns da música brasileira em 2013.

Prevê-se que o seu terceiro álbum, Pêndulo, lançado em 2017, faça o mesmo sucesso que os anteriores, tamanho o talento demonstrado pelo jovem em cada uma das faixas.

As suas letras revelam bem a arte como reflexo da sociedade, carácter crítico que Márcio Lugó tem mantido desde o início da sua carreira musical.

De entre os temas abordados, podemos perceber o caos e o egoísmo decorrente do quotidiano das cidades, de uma forma subtil, mas sem mostrar a força que lhe está implícita.

Esteja ligado na sua RFM na próxima terça-feira, a partir das 22 horas, para saber mais da vida e obra do jovem cantor e compositor.

Álbuns: Desacelera / Liberdade Aparente / Pêndulo

Músicas: Da vida / Passe bem / Liberdade aparente / Pequenas intenções / Você é / Amanhecer / Ainda é pouco / Ninguém é igual a ninguém / Poesia digital / O sobrevivente / Ainda é pouco / entre muitas outras.

Concerto Acústico

Kléber Albuquerque

kléber albuquerque

Kléber Albuquerque nasceu numa família de operários, mas desde cedo que foi embalado por rádios populares, rocks progressivos, música sertaneja e até hinos evangélicos.

Com apenas 11 anos começou a aprender os primeiros acordes no violão, depois do pai lhe ter oferecido o instrumento.

Durante a adolescência, Kléber formou várias bandas de rock. Foi precisamente nessa altura que começou a compor. Na época mostrou bem as influências de grandes poetas, como Jorge Luis Borges, Fernando Pessoa e Gabriel Garcia Marques.

Foi com a banda “O Palhaço” que gravou pela primeira vez em estúdio um LP, o qual foi lançado pelo selo Camerati, já extinto.

A partir de então começou a participar em vários festivais com canções de sua autoria. Foi num desses festivais que o compositor paulista J.C. Costa Netto o descobriu e convidou o jovem a gravar o seu primeiro álbum com o selo Dabliú.

O álbum 17.777.700 foi lançado em 1997, tendo sido um enorme sucesso, seguindo-se tantos outros, todos com nomes estranhos, mostrando bem as influências do artista.

Álbuns17.777.700 / Para a inveja dos tristes / O centro está em todas as partes / Desvio / Só o amor constrói / 10 coisas que eu podia dizer no lugar de eu te amo / Contraveneno 

Músicas: Milonga da noite preta / Barriga de fora / Ai / Espera / Papai Noel tomou Gardenal / Manjedoura / Por um triz / Estilhaço / Castelo de amor / Já não tenho medo / Deflorar / Vigília / Os dígitos / Cuia / Pra começar / Shadow Boy / Balada da tarde fria com alicantes / O outro eu / Procura no Google / Sete Luas / entre muitas outras.